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sexta-feira, 12 de junho de 2015

Ultrassom do bebê - Clínica em Osasco - acesse: www.ultrassomosasco.com.br

Ultrassom ao longo da gravidez


Ultrassom do seu bebê - Clínica em Osasco - 

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A verdade seja dita: não há exame mais esperado durante a gravidez do que a ultrassonografia. É ela que revela o sexo do bebê, que mostra todos os dedos, que estima peso e altura

Para satisfazer tanta curiosidade dos pais (e também ser útil para o médico acompanhar o desenvolvimento do feto), o ultrassom deve ser realizado em diferentes momentos da gravidez.

Ultrassom vaginal
Um dispositivo chamado transdutor é colocado na vagina. Nesse caso, a ultrassonografia mostra o tempo de gravidez, o crescimento fetal e se o embrião está alojado no útero. Indicada a partir da 5ª semana, quando dá para visualizar o saco gestacional.

Translucência nucal
Com o aparelho de ultrassom posicionado no abdome ou na vagina, mede-se o acúmulo de líquido na nuca do feto. O ideal é que esteja abaixo de 2,5 milímetros. “O aumento da medida da prega da nuca está associado ao risco mais elevado de síndrome de Down e a outras anomalias cromossômicas”, explica o obstetra Luiz Roberto Milano Silva, membro da Sociedade de Ginecologia e Obstetrícia do Estado de São Paulo. Indicada entre a 11ª e 14ª semana. Isso porque, depois desse período, o volume do líquido se altera e o exame perde sua validade.

Ultrassom morfológico
Com o aparelho sobre a barriga, avalia toda a anatomia e detecta mais de 85% das más-formações do bebê. É indicado entre a 20ª e a 24ª semana. “Nesse período, os órgãos já estão bem definidos, então é possível diagnosticar precisamente más-formações de pés, mãos, face, coluna, coração, trato urinário e diafragma”, afirma Silva. É possível também, com quase 70% de acerto, determinar o sexo do bebê.

Dopplervelocimetria
Pelo abdome, permite a análise do fluxo de sangue pelas artérias e veias do bebê. Também averigua o peso e as condições da placenta e do líquido amniótico. Deve ser realizada em todos os exames de ultrassonografia.



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terça-feira, 9 de junho de 2015

Gravidez passo a passo - Saiba mais em www.medicinaeimagem.com.br

Curiosidades sobre gravidez


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A gravidez gera algumas curiosidades relacionadas ao desenvolvimento do bebê. Conheça mais sobre a gestação.

A gravidez é um dos momentos mais especiais na vida de uma mulher. Gerar uma vida dentro da sua barriga é algo inexplicável e muito importante para a mulher. Esse momento lindo possui algumas curiosidades e detalhes que a maioria das pessoas ainda não conhece. Pensando nisso, selecionamos algumas curiosidades sobre a gravidez. Confira.
534668 A gravidez é um dos momentos mais esperados pela família. Foto divulgação Curiosidades sobre gravidez A gravidez é um dos momentos mais esperados pela família. (Foto: divulgação)

Gravidez

A gravidez é um dos momentos para importantes para a mulher, uma fase que ela descobre que será mãe e muda sua maneira de pensar e viver. Conceber um filho é um momento de muita alegria para os pais, que veem esse acontecimento como o melhor de suas vidas.
Durante esse período, o corpo da mulher passa por muitas transformações, afinal uma vida está se desenvolvendo dentro o útero feminino. A cada dia de gestação, novos acontecimentos surgem, alguns deles até mesmo sem que a mamãe saiba. Algumas curiosidades estão presentes nesse momento de extrema importância para a vida da mãe e do bebê.
534668 O desenvolvimento do bebê gera algumas curiosidades. Foto divulgação Curiosidades sobre gravidez O desenvolvimento do bebê gera algumas curiosidades. (Foto: divulgação)

Curiosidades sobre a gravidez

1. O sexo do bebê só é definido a partir do segundo mês de gestação, mais precisamente na oitava semana. Além disso, também são formados alguns órgãos como o intestino e o pâncreas.
2. No terceiro mês, o bebê já possui braços e pernas, começam as nascer as unhas e ele já possui formato de ser humano. Os três primeiros meses são responsáveis pela formação dos órgãos do bebê, sendo assim é indispensável que a gestante tenha maiores cuidados nesse período.
3.  A partir do quarto mês de gestação, por volta da 16ª semana, o bebê já consegue diferenciar a alteração de luz e também já define os gostos amargos e doces. Nesse período, ele começa a se mexer e ter seus primeiros movimentos.
4. No quinto mês, já é possível visualizar bem o sexo do bebê. Ele já pisca os olhos e franze a testa.
5. Já no sexto mês o bebê obtém suas impressões digitais e uma segunda proteção da pele.
6. No sétimo mês o bebê já percebe os sons e os primeiros fios de cabelo começam a nascer. No oitavo mês, o pulmão já está quase formado e ele começa a exercitar a respiração.
7. No nono mês o bebê perde a camada de pele que estava protegendo-o, seus órgãos já estão formados e isso mostra que está na hora do nascimento.
534668 A gravidez é uma fase muito importante na vida da mulher. Foto divulgação Curiosidades sobre gravidez A gravidez é uma fase muito importante na vida da mulher. (Foto: divulgação)

A gravidez é um momento de muitos acontecimentos e curiosidades, tanto para a mãe quanto para o bebê. O desenvolvimento do bebê acontece de forma natural e gera novidades a cada dia que passa. É importante que mãe saiba mais sobre o desenvolvimento do filho, realizando o pré-natal e os exames solicitados pelo médico. Dessa forma, é possível ter uma gestação saudável.
Fonte : http://www.mundodastribos.com/curiosidades-sobre-gravidez.html
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domingo, 24 de maio de 2015

Tire suas dúvidas sobre utrassom - Agende o seu exame em Osasco SP - Clinica Medicina e Imagem

Tira-dúvidas sobre ultrassom

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Quantos exames são necessários? Exagerar faz mal? Ele acerta mesmo o sexo do bebê? Reunimos as perguntas mais frequentes das leitoras e consultamos um time de especialistas em medicina fetal para explicar o assunto tim-tim por tim-tim. Aproveite e fique por dentro


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Além de mostrar o bebê, para que serve o ultrassom?

Por meio dele, o médico acompanha a posição, os batimentos cardíacos, o crescimento e a formação da criança e descobre se há sinal de malformações e síndromes genéticas, como a de Down. A placenta e o líquido amniótico são analisados, além do comprimento do colo do útero (menos de 2 centímetros indica risco de parto prematuro). “Pela circulação sanguínea, o médico identifica riscos de a mãe desenvolver hipertensão”, afirma o obstetra Carlos Bortoletti, coordenador do Centro de Medicina Fetal do Hospital Santa Catarina, em São Paulo.
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Que tipos existem? Quando devo fazer?

A especialista em medicina fetal Rita C. Sanchez, do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, explica:
Morfológico: Ele se repete no primeiro e no segundo trimestres – entre a 12ª e a 14ª semana e da 20ª à 22ª. Fornece imagens detalhadas, que possibilitam rastrear síndromes, malformações e doenças congênitas.
Transvaginal: Feito entre a sexta e a 12ª semana, mostra o desenvolvimento e a localização do embrião, descartando o risco de uma gravidez anômala.
Obstétrico: É o mais comum e será repetido várias vezes a fim de confirmar a idade gestacional e acompanhar a evolução do bebê e da placenta.
Ultrassom com doppler: Acontece a partir da 32ª semana e avalia a vitalidade do bebê. Verifica o fluxo de sangue e de oxigênio para o feto e para a placenta. Indica se vai tudo bem com as artérias uterinas – alterações alertam para hipertensão ou pré-eclâmpsia.
3D e 4D: O 3D dá noção de profundidade, o que melhora a nitidez da imagem (nele você vê pela primeira vez as feições do filhote). Já o 4D – ou 3D em tempo real – faz uma varredura contínua do útero, permitindo acompanhar os movimentos do bebê.
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O ultrassom diz que estou de seis semanas. Dá para confiar?

Sim. Quando ele é feito no comecinho da gestação (até a 12ª semana), a margem de erro é de apenas 8%. “Para determinar essa idade, medimos o comprimento do feto da cabeça até as nádegas. No primeiro trimestre, o desvio no cálculo é de três a sete dias; no segundo, já pula para de sete a dez dias; e, após a 30ª semana, salta para de duas a três semanas”, diz Sebastião Zanforlin Filho, professor do Centro de Ensino em Ultrassonografia, em São Paulo.
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Meu médico faz ultrassom em todas as consultas...Esse excesso é prejudicial ao bebê?

Fique tranquila. “As ultrassonografias são usadas desde a década de 1980 e não há comprovação científica de que causem qualquer dano à mãe ou ao feto”.
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Pequenas malformações, como lábio leporino, aparecem?

Exames morfológicos rastreiam cerca de 90% delas, inclusive lábio leporino. Se necessário, um 3D refina o diagnóstico. “Essa tecnologia não existe só para satisfazer a curiosidade dos pais. Ajuda a detalhar malformações, o que é importante nos casos que exigem intervenção intrauterina ou logo após o nascimento.

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A partir de quando consigo ouvir o coração do bebê? E descobrir o sexo?

Os batimentos cardíacos são audíveis depois de seis semanas e meia. Já o sexo pode ser visto com segurança por volta da 18ª semana. “Meninos e meninas têm os órgãos genitais iguais até a 11ª semana de gestação. Aí começa um processo de diferenciação, que se estende por cerca de cinco semanas”, explica Zanforlin.
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No comecinho, o médico disse que era uma menina e acertou. Como ele descobriu?

A estrutura que dá origem aos órgãos genitais – apêndice ou tubérculo – pode dar a pista do sexo. “Se ela estiver inclinada para cima, há maior probabilidade de ser menino. Para baixo, menina. Mas não dá para confiar. A margem de erro é de até 20%, mesmo nas melhores clínicas e com bons profissionais”, avisa a obstetra Janaína W.C. de Andrade, do Centro de Medicina Fetal, em Passo Fundo (RS).
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Tem tanta história de sexo identificado errado...O que acontece?

O sucesso depende da nitidez das imagens e da experiência do profissional. Sem falar que o bebê pode estar sempre com as perninhas fechadas, escondendo o sexo. “A visualização também fica prejudicada se a gestante for obesa ou se tiver placenta anterior, excesso de estrias na pele ou de cicatrizes cirúrgicas”, afirma Zanforlin.
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Por que o primeiro ultrassom é transvaginal? Não há risco de aborto?

No período em que ele é feito, o embrião ainda é muito pequeno para que o ultrassom pélvico capte imagens de qualidade. O transdutor (que emite as ondas sonoras) é protegido por um preservativo e introduzido até mais ou menos a metade da vagina, sem tocar o colo do útero. “Pode haver desconforto no início, mas nenhuma dor durante a realização”, diz Rita.
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Nem sinal do bebê no meu primeiro ultrassom. O médico pediu para repetir o exame em uma semana. É normal?

Se a gravidez for descoberta muito cedo ou a mãe errar a data da última menstruação para menos, o primeiro ultrassom pode mostrar só o saco gestacional. “O embrião só é identificável a partir da sexta semana. Portanto, o exame deve ser repetido dentro de sete a dez dias”, explica d’Auria. Caso isso se repita no segundo exame, há motivo para suspeitar de gravidez anembrionada, ou “ovo cego”. Nesse caso, exames de urina e de sangue dão positivo, o saco gestacional se forma, mas o bebê não se desenvolve. O problema pode vir de falhas na divisão celular e costuma levar a aborto espontâneo.
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Posso antecipar o primeiro ultrassom morfológico?

Não. Ele deve acontecer exatamente entre a 12ª e a 14ª semana. “Antes desse período, não há parâmetros estatísticos para diagnosticar riscos de malformações e síndromes”, adverte Zanforlin.
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Meu primeiro ultrassom morfológico apontou sinais de síndrome de Down. Mas o diagnóstico não se confirmou. Esse tipo de erro é comum?

Não é exatamente um erro, já que o exame não é conclusivo. Ele apenas indica risco aumentado. Na maioria das vezes, exames feitos depois para tirar a dúvida mostram que o bebê é normal. “Para se ter uma ideia, uma mulher de 35 anos apresenta um risco inferior a 0,5% de conceber um filho com Down. Se a medida da translucência nucal (que avalia o acúmulo de líquido na nuca do bebê) estiver alterada, a probabilidade aumenta cerca de dez vezes, chegando a 5%. Ainda assim, há 95% de chances de o bebê ser normal”, diz Rita. No caso de Down, o exame rastreia também outros sinais, como a ausência do osso nasal e alterações em veias e válvulas cardíacas. A confirmação, porém, depende de exames genéticos, como a biópsia do vilocorial e a amniocentese.
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É possível algum problema passar despercebido no ultrassom?

A tecnologia evoluiu, mas tem limitações. Dependendo da qualidade da imagem, pequenas anormalidades podem não ser diagnosticadas. Fatores que atrapalham: excesso de peso materno e o fato de a criança ser grande demais ou estar mal posicionada. “Além disso, o ultrassom faz um diagnóstico anatômico. Manchas na pele ou mau funcionamento de órgãos, com exceção do coração, não são detectáveis. Dá para ver se as orelhas do bebê estão formadas, mas não se ele escuta direito”, alerta Zanforlin.
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Consigo ver meu filho se mexer durante o exame?

Sim. A ultrassonografia produz entre dez e 30 imagens por segundo. “A movimentação da criança fica mais perceptível a partir da oitava semana e é um indicador do bem-estar dela”, afirma Janaína.
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Como faço para ver o rostinho do meu bebê?

Faça um ultrassom 3D entre a 26ª e a 30ª semana.“Nesse período, a quantidade de líquido amniótico propicia imagens de boa qualidade e o bebê ainda consegue se mover livremente, o que aumenta a chance de conseguir uma boa ‘foto’ da face”, diz Rita.
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Descobri na 33ª semana que meu filho estava com o cordão enrolado no pescoço. E agora?

Segundo Rita, o cordão enrolado no pescoço (circular cervical) acontece em 30% das gestações e a necessidade de acompanhamento especial depende da posição do bebê, da avaliação do médico, da ansiedade do casal e da quantidade de líquido amniótico.“Em geral, não há perigo de que o pescocinho seja apertado, porque o cordão é envolto por uma espécie de gelatina. O caso exige maior atenção na hora do parto, quando contrações podem comprimi-lo, dificultando a oxigenação da criança”, diz ela. Para afastar riscos, o obstetra irá solicitar ultrassonografias mais frequentese cardiotocografias. Mas fique sossegada: até o último momento, há chances de que o cordão se desenrole com a movimentação natural do seu pequeno.

Fonte: http://bebe.abril.com.br/materia/tira-duvida-sobre-ultrassom

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Ultrassom em Osasco - Blog da Clínica Medicina e Imagem com dicas para as grávidas

Grávidas deixam de fazer exercícios e risco de doenças aumenta 


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     Uma pesquisa da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo descobriu que 65% das mulheres grávidas não praticam o tempo mínimo de atividades físicas recomendado pela Secretaria e pela Organização Mundial da Saúde: 30 minutos diários contínuos. A diminuição do nível de exercícios aumenta o risco de hipertensão, diabetes e ganho de peso na gravidez.


Ao longo do estudo, 127 mulheres grávidas, com idades entre 16 e 40 anos, utilizaram o "pedômetro" - aparelho que mede o número de passos dados - além de responderem a questionários específicos. No início da gravidez, as mulheres se exercitavam por, pelo menos, 30 minutos de forma contínua. O nível de atividades caiu 34% no segundo trimestre da gravidez. No terceiro, a redução foi de 41%, em relação ao início da gestação.

"Os motivos apresentados pelas mulheres vão desde excesso de peso até a influência de familiares e amigos que as orientam a se preservarem, não fazerem exercícios" afirmou o presidente do Centro de Estudos do Laboratório de Aptidão Física de São Caetano do Sul (Celafiscs) - parceiro do estudo -, Timóteo Araújo.

O ginecologista e diretor da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia, Luciano Pompei, explica que em casos de risco de aborto o exercício físico não é recomendado, mas se for uma gravidez saudável ele é muito bem vindo. "Exercício não provoca aborto", desmistificou ele as crenças de algumas grávidas. "O ginecologista analisa cada caso individualmente e recomenda as atividades de acordo com o condicionamento físico da grávida", afirmou.

Um ponto importante levantado por Pompei é que a mulher que sempre foi sedentária não pode "querer virar atleta na gravidez". Segundo ele, para quem não está acostumado às atividades físicas, o melhor é começar com caminhadas leves. "Quando a barriga ganha volume, um dos esportes indicados é a hidroginástica, pois alivia o peso, cansa menos e é confortável para gestante", concluiu.

O Terra montou uma lista de atividades que podem ser praticadas pelas mulheres grávidas, algumas com certas restrições. No entanto, é essencial a autorização do médico e acompanhamento profissional. "As atividades podem ser feitas até o penúltimo mês. A partir da dilatação do colo do útero, a recomendação é repousar", disse Pompei.

Atividades para gestantes 
Caminhada - De acordo com o ginecologista Luciano Pompei, caminhar é o exercício ideal para mulheres que eram sedentárias antes da gravidez. Andar ajuda a melhorar o sistema cardiovascular da gestante, disse ele.
Natação - Os esportes aquáticos propiciam conforto às grávidas, com mais de seis meses de gestação, por causa da barriga, segundo Pompei. Diante de autorização médica, a mulher pode praticar natação sem qualquer risco para o bebê.

Hidroginástica - A hidroginástica é a atividade preferida das gestantes, de acordo com o ginecologista Pompei. Ele afirma que, por ser dentro da água, elas cansam menos, não há sobrecarga nos pés e melhora as dores na coluna.

Musculação - Se a mulher já frequentava a academia, não precisa parar, mas deve diminuir as cargas dos exercícios para evitar a pressão abdominal. A musculação não provoca o aborto, segundo Pompei. O educador físico Timóteo Araújo acrescentou que o profissional que acompanhar o treino da gestante vai passar exercícios que comprimam a barriga ou forcem a curvatura da coluna da mulher. O ideal é que ela faça em uma intensidade que consiga conversar normalmente durante a prática, sem travar a respiração.

Pilates - De acordo com o presidente do Celafiscs, Timóteo Araújo, o pilates não é melhor nem pior para as gestantes dos que os demais exercícios físicos. O que o difere é o fato de ser individual, pois assim a mulher tem um acompanhamento mais detalhado e exclusivo do profissional.

Correr - A mulher que já corria antes de engravidar pode continuar com os exercícios durante a gestação. Segundo Araújo, a diminuição de intensidade vai ocorrer naturalmente, conforme o crescimento da barriga e aumento do peso da grávida. O educador físico ressaltou a importância do controle da temperatura corporal, a partir do suor - se ele for excessivo significa que a o corpo está demasiado quente e o calor é transmitido ao bebê.

Andar de bicicleta - A atividade não prejudica a gestação, no entanto, a partir de determinado mês, a barriga vai impedir que a mulher pedale com conforto. Outro ponto levantado por Araújo é o risco de queda e acidentes. No entanto, se for uma bicicleta ergométrica não há qualquer risco.

Step - As aulas de step nas academias podem ser frequentadas por grávidas, segundo Araújo, diante de autorização médica. Segundo ele, steps muito altos não são indicados para as gestantes. O exercício não aumenta risco de aborto, mas a execução dos passos pode ficar difícil conforme o passar dos meses.

Jump - As atividades sobre a pequena cama elástica estão liberadas, no entanto, com uma restrição. Em vez dos altos saltos, a recomendação é que as grávidas não tirem o pé da cama. Elas podem fazer os movimentos, mas sem saltar, afirmou Araújo. As camas elásticas com corrimão de apoio são mais indicadas para a prática de jump por grávidas.

Yoga - De acordo com o presidente do Celafiscs, Timóteo Araújo, as atividades de origem oriental têm vantagens para as gestantes. A melhora do controle respiratório e postura estão entre elas, segundo Araújo. As posições da yoga ajudam no estímulo muscular e melhoram as dores na coluna das mulheres grávidas, disse o também educador físico.


Fonte: Facebook Grávidas


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segunda-feira, 23 de março de 2015

Dengue mata ! Leia!

Dengue: diagnóstico clínico precoce pode ser a diferença entre a vida e a morte do paciente

A doença por dengue apresenta desde quadros leves, com sintomas semelhantes aos de diversas viroses, até quadros graves que evoluem para óbito. Em momentos de endemia e epidemia, como o que estamos vivendo em diversos municípios do estado de São Paulo, bem como de outros estados da União, a assistência médica deve estar alerta para o diagnóstico clínico. O tratamento oportuno pode ser a diferença entre a vida e a morte do paciente. E os recursos necessários são os mais básicos possíveis: simplesmente manter o paciente hidratado é um deles.
Na forma clássica, os sintomas mais frequentes são a febre abrupta e geralmente alta (39°C a 40°C), associada a cefaleia, mialgias, artralgias e dor retro-orbital. Anorexia, náuseas, vômitos e diarreias também podem estar presentes em cerca de 50% dos casos. Sinais de alarme podem aparecer entre o terceiro e o sétimo dia do início dos sintomas, e constituem em: vômitos importantes e frequentes, dor abdominal intensa e contínua, hepatomegalia dolorosa, desconforto respiratório, sonolência ou irritabilidade excessiva, hipotermia, sangramento de mucosas, diminuição da sudorese e derrames cavitários (pleural, pericárdico, ascite). Esses sinais indicam choque. Intervenções nessa fase são de extrema importância e melhoram o prognóstico.
Dessa forma, é sempre oportuno alertar aos profissionais médicos de unidades básicas e, em especial, aos que atuam nas unidades de pronto atendimento, para que estejam atentos ao cenário epidemiológico do seu município em relação à dengue. Em tempos de grande progressão de casos, sinais clássicos de viroses podem ser da dengue.

Fonte: Divisão de Vigilância Epidemiológica do Departamento de Vigilância em Saúde (SES)